O QUE FAZ O INVESTIGADOR PRIVADO E CONSULTOR FORENSE

O Detetive e Investigador Privado, recorrendo a métodos e ferramentas técnicas, investiga factos, ocorrências e indivíduos de modo a fornecer, a quem o contrata, informações que permitam uma consciente tomada de decisão, o apuramento da verdade ou a verificação de um facto.

Esta definição, muito vaga e generalista pode aplicar-se a imensos ramos de atividade onde estas técnicas, métodos e competências podem ser úteis, tais como:


  • Investigação de antecedentes;
  • Verificação curricular;
  • Localização de desaparecidos ou foragidos;
  • Localização de objetos, artefactos e pertences;
  • Verificação factual;
  • Investigação no âmbito de processos disciplinares;
  • Assistência na Investigação em casos Criminais (consultoria a assistentes de processo);
  • Fraude documental;
  • Fraude Empresarial;
  • Fraude Financeira;
  • Fraude de seguros;
  • Investigação de acidentes (viação, trabalho);
  • Investigação de ocorrências;
  • Verificação de condições de segurança;
  • Verificação e "despiste" de vigilância (deteção de vigilância humana, escutas, câmaras ocultas, etc.);
  • Auditorias de Segurança, fiabilidade e integridade.

Estas e muito mais atividades podem ser desempenhadas pelo DETETIVE E INVESTIGADOR PRIVADO.

Dominando um vasto conjunto de conhecimentos, técnicas, métodos e procedimentos, o Investigador estará em condições de, de um modo discreto, assertivo e eficiente, dar ao seu cliente, seja ele um indivíduo, uma organização ou uma empresa, as respostas às questões que se colocam no frenético mundo contemporâneo.


É LEGAL?

Ao contrário do que se verifica em muitos países, em noutros a atividade de DETETIVE E INVESTIGADOR PRIVADO não se encontra regulamentada, isto é, não há um diploma legal que defina e regulamente a atividade, as suas funções, deveres, atribuições e âmbito de atuação.

Mas, o facto de não estar regulamentado não significa que não é legal.

Quando a Lei é omissa em relação à Investigação Privada é perfeitamente legal exercer as funções desde que se salvaguardem, sempre, alguns critérios:

  • Não interfira, de nenhum modo, com a investigação e ação das Forças de Segurança Interna do Estado;
  • Não exerça funções ou atividades exclusivas das Forças de Segurança Interna;
  • No exercício da atividade não cometa atividades criminosas ou punidas pela Lei da República nomeadamente violação de direitos de imagem, violação de dados pessoais, atentado contra o bom nome e reputação, devassa da vida privada, intrusão e invasão de propriedade privada, etc.
  • Que sempre que no decurso da sua atividade verificar a existência de um crime público, o denuncie, obrigatoriamente, às autoridades competentes ;

  • Que sempre que seja necessário e assim pedido, forneça todas as informações e preste todo o auxílio às Forças de Segurança Pública e às investigações conduzidas pelas Autoridades Judiciais.

Respeitando estes princípios, o INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE atua nas investigações que não são alçada das autoridades judiciais, fornecendo a particulares, empresas e organizações as informações que necessitam para tomar as suas decisões.


PARA QUEM TRABALHA O INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE

São quase infinitas as possibilidades de trabalho de um INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE. Afinal, a sua função é fornecer informação factual e fidedigna no mais curto espaço de tempo a quem a pede. E isso, em rigor, todos queremos.

Mas, há alguns ramos de atividade que procuram mais os serviços destes profissionais:

  • Companhias de seguros;
  • Escritórios de Advogados;
  • Empresas e agências de análise financeira;
  • Agências de Rating (classificação de risco de crédito);
  • Leiloeiras;
  • Galerias de Arte e Museus (obras desaparecidas, imitações e verificação de autenticidade);
  • Empresas e Agências de Avaliação de ativos;
  • Agências de Gestão de ativos, futuros e derivados financeiros;
  • Departamentos de Recursos Humanos de Empresas e Organizações;
  • Departamentos de contencioso de Empresas e Organizações;
  • Instituições de Crédito;
  • Bancos;
  • Empresas de Recrutamento e Seleção de Recursos Humanos;
  • Empresas de Segurança Privada;
  • Empresas de Segurança no trabalho;
  • Órgãos de Comunicação Social (assessoria e consultoria a jornalismo de investigação).

Mas, cada vez mais, há empresas e ramos de atividade que precisam de ter, em tempo oportuno, a informação certa e exata para decidir com segurança e eficiência.

Assim, dia para dia, o mercado aumenta e, com ele, a possibilidade de sucesso do INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE.


COMO TRABALHA UM INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE

Há vários modos de um Investigador exercer a sua atividade.

Uma delas é ser contratado, a "tempo inteiro", por uma empresa ou organização quando esta tem a necessidade de serviços de investigação e consultoria em permanência. No entanto, esta situação não é muito comum.

O mais usual é o Investigador atuar como trabalhador independente, tendo a sua carteira de clientes e prestando os serviços que estes lhe vão solicitando. Neste caso, o Investigador, para além da sua atividade, tem de gerir a sua imagem, publicidade, contactos, isto é, atuar como um empresário promovendo a sua atividade e o seu negócio.

Outra solução, e que se vê cada vez mais, são as Agências de Investigação Privadas, em que vários Investigadores e Consultores se unem, complementando esforços, investimentos, especialidades e competências e se apresentam aos clientes como uma empresa, uma Agência, com vários tipos de atividades, produtos e soluções.

Finalmente um INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE, com formação complementar, pode trabalhar para as atualmente muito ativas e fortemente implementadas PICs (Private Intelligence Companies), isto é, empresas privadas que fornecem a privados, empresas e mesmo a Estados e Nações serviços altamente especializados de Inteligência Avançada e Informações Estratégicas.

Desta forma, dependendo do tempo que quer dedicar à atividade, aos objetivos e aspirações profissionais e pessoais, cada pessoa pode encontrar, na INVESTIGAÇÃO PRIVADA um percurso profissional estável, compensatório e de sucesso.


QUANTO GANHA UM INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE

Não dispomos de dados relativos ao mercado português onde a atividade ainda é pouco difundida, não por não haver mercado, mas porque a atividade não está organizada e, fundamentalmente, não há formação que formalize as competências dos profissionais (algo que se altera, radicalmente, com este curso).

No entanto, pode recorrer-se a dados dos Estados Unidos da América, onde esta atividade está fortemente implementada para ter uma perspetiva (ressalvando as devidas diferenças) dos ganhos de um INVESTIGADOR PRIVADO e CONSULTOR FORENSE.

Assim de acordo com estudos realizados em 2014 (o último disponível), os investigadores privados ganham, em média, cerca de 36.700 dólares por ano, estimando-se que ganhem entre $15.000 e $18.000 por ano em início de carreira, com investigadores experientes a ganharem entre 20.000 e $35.000/ano. Investigadores empresariais de nível básico ganham entre $40.000 e $45.000, com investigadores empresariais experientes a ganharem entre $50.000 e 55.000. Contudo, um investigador independente bem-sucedido pode ganhar $100.000 ou mais.

Os investigadores cobram aos seus clientes $50 a $250 por hora para realizar investigações dependendo do seu tipo, especialidade, dificuldade e rapidez com que se pretendem os resultados.

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